Fraturas do ombro, do cotovelo, do punho e do joelho, luxações, fraturas que não consolidaram e sequelas de trauma antigo.
O trauma agudo é caso de pronto-socorro. O que costuma chegar ao consultório é o depois: a fratura que foi imobilizada e agora precisa de uma decisão, a que consolidou fora do lugar, a que não colou, a cirurgia que não devolveu o movimento esperado.
Segunda opinião em fratura é legítima e mais comum do que se imagina. Traga os exames e a conduta que já foi proposta. Isso ajuda mais do que recomeçar do zero.
Fratura do terço proximal do úmero
Nessa faixa de idade a fratura raramente é só um osso quebrado. É um evento que mexe com independência.
A escolha entre imobilizar, fixar ou colocar uma prótese depende do padrão da fratura, da qualidade do osso e, principalmente, do que aquela pessoa precisa voltar a fazer sozinha. Uma fratura de ombro aos 40 e a mesma fratura aos 80 podem ter tratamentos diferentes, e isso não é contradição.
Dor e deformidade depois de uma queda, impossibilidade de mover o membro, fratura que já passou do tempo esperado e continua doendo, ou osso que consolidou com o membro torto.